Criado pela Euro IT Tecnologia, o Blog das Locadoras agrega as principais informações sobre o setor de locação de veículos no Brasil. A publicação foi citada pelo Auto Rental News, portal internacional que cobre notícias do setor, como uma referência no país. Acompanhe entrevista com Julian Gritsch, diretor de Euro IT.
A participação dos produtos importados no mercado brasileiro de bens industriais continua crescendo e bate novo recorde. O coeficiente de penetração de importações, que considera tanto o consumo final das pessoas quanto o de insumos pela indústria, atingiu 22,2% no acumulado dos últimos quatro trimestres encerrados em março. Foi o maior valor da série iniciada em 1996. As informações são do estudo Coeficientes de Abertura Comercial, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira, 17 de maio.
O coeficiente de penetração das importações está 0,3 ponto percentual acima do recorde anterior, de 21,9%, registrado no último trimestre de 2011. Segundo a pesquisa, realizada em parceria com a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), com exceção do ano de 2009, o índice de participação de produtos importados no mercado brasileiro sobe desde 2003 e acumula crescimento superior a 10 pontos percentuais.
Na indústria de transformação, a participação de produtos importados na produção dobrou em uma década, atingindo também valor recorde. Passou de 10,5%, em 2002, para 21,1%, no acumulado em quatro trimestres até março último.
O economista da CNI Marcelo Azevedo diz que as novas medidas do Plano Brasil Maior, a redução da taxa de juros e a valorização cambial demoram para surtir efeito prático e, por isso, a participação dos importados continua crescendo. “Essas mudanças demoram a aparecer nos preços e na percepção dos consumidores na hora da compra”, explicou.
Exportações – Já o coeficiente de participação das exportações, que mostra a evolução da proporção das vendas externas no valor da produção industrial, atingiu 18,1% no acumulado dos últimos quatro trimestres encerrados em março último. Mesmo com aumento de 0,2 ponto percentual frente ao registrado em 2011, o índice está abaixo do teto histórico, de 20,4%, registrado em 2006.
Enquanto a participação das vendas para o exterior na indústria de transformação foi de 15,2% no acumulado de quatro trimestres encerrados em março, o coeficiente da indústria extrativa alcançou 72,3% no período.
Por Fabiano Costa*
As empresas contemporâneas mais eficientes são aquelas que sabem acompanhar, no timing correto, a evolução dos mercados em que atuam, da tecnologia, da economia e da realidade de seus clientes e do mundo. Saber adaptar-se às rápidas transformações é a principal regra de sobrevivência. Por isso, as organizações devem estar sempre preparadas para executar o chamado ERP (Enterprise Resource Planning), que, como se sabe, é um método focado na busca de soluções amplas e integradas para a gestão, voltado a avaliar, implementar e gerir os negócios de modo mais eficaz.
Trata-se, portanto, de uma forma de controlar e monitorar os processos, visando à clareza, transparência e qualidade nos resultados. Ao final de sua implantação, se bem-sucedida, pode-se observar o quanto o gerenciamento adequado torna as rotinas diárias mais eficazes e mantém o dinamismo operacional, proporcionando aos gestores ferramentas ágeis e eficientes para resolver problemas e atender às demandas cotidianas.
Nesse contexto, os objetivos da gestão de processos são os seguintes: diagnosticar todos os problemas, conferindo foco correto à implantação do ERP; identificar a utilidade de cada etapa do processo; e aplicar a gestão de processos como metodologia para o ERP. É importante entender que essa metodologia de mudança pode abranger um ou mais departamentos e áreas ou toda a estrutura da empresa. Neste último caso, obviamente, a complexidade é maior, mas existe a vantagem de unificação de todas as informações, proporcionandoflexibilidade e controle de todos os processos estabelecidos na organização.
Em todos os casos, contudo, há um fator imprescindível: o envolvimento e participação direta dos sócios, executivos e principais dirigentes. Seu efetivo engajamento passará uma mensagem de credibilidade quanto à importância do ERP e ao seu comprometimento com o resultado final do trabalho e de cada uma de suas etapas, que são as seguintes: estudo de sensibilidade dos processos; redesenho da definição das novas funções e fluxos; normalização e apresentação da nova estrutura; implantação e treinamento; acompanhamento e avaliação inicial dos novos procedimentos; e, quando necessário, correção de eventuais desvios. Trata-se de uma lição de casa importante para aprimorar a gestão e, sobretudo, para melhorar os resultados das empresas.
*Fabiano Costa é gerente de Gestão de Qualidade e Contratos da Trevisan Gestão & Consultoria.
O executivo Carlos Peres foi eleito o novo coordenador-geral do Capítulo Paraná do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). A nova coordenadoria, que ainda conta com os executivos Carlos Alberto Ercolin, Marcio Kaiser, Jaime Richter e Romildo Pinto, teve 60% de renovação de seus membros. Com ampla experiência ocupando cargos estratégicos em grandes empresas, os executivos assumem a coordenação com o objetivo de difundir o conhecimento sobre as melhores práticas de governança corporativa nas empresas do Estado.
Peres, que tem 23 anos de experiência com Governança em grandes empresas, conta que o tema vem amadurecendo no Estado. “Existe um interesse cada vez maior das organizações do Paraná na adoção de práticas de governança corporativa”, diz. Segundo ele, 2012 será um ano de muita discussão do tema para as cooperativas. “Este é o ano internacional das cooperativas e o Paraná tem algumas das maiores do País. A Governança começa a despertar o interesse dessas instituições”, completa.
A nova coordenação tem mandato até 2014.
Conheça, abaixo, o perfil dos novos coordenadores do IBGC Paraná:
Carlos Peres (Coordenador-Geral) lidera um grupo de 150 profissionais, auditores e consultores da PwC (PricewaterhouseCoopers) nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Tem 23 anos de experiência profissional com ênfase na Governança em empresas de capital aberto, sociedades anônimas e limitadas e empresas familiares de diversos portes. Foi coordenador do IBGC, Capítulo PR, em 2007 e foi instrutor de treinamentos em formação de Conselheiros e Práticas de Governança Corporativa.
Carlos Alberto Ercolin atua em empresas privadas e de controle familiar, sendo Conselheiro Fiscal de uma joint venture (grupo privado + empresa de economia mista). Consultor Sênior do Banco Mundial (IFC/GCGF), atualmente implantando projeto em Moçambique. Foi executivo de empresas multinacionais e nacionais de médio e grande portes. Administrador de empresas, mestre (FEA-USP) e doutorando (UNAM-Argentina). É membro da comissão de capacitação do IBGC-SP e professor Convidado nos cursos de MBA na Fundação Getulio Vargas (FGV Management).
Marcio Kaiser atua como membro de conselhos de administração e consultivos diversos e consultor de governança e gestão. É engenheiro formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e MBA pela Columbia University. Foi vice-presidente da IBM e presidente da Oracle, Telemig Celular e GVT.
Jaime Richter participa dos conselhos de administração do grupo Romagnole, Grupo Lunelli e Metalúrgica Riosulense. Na catarinense WEG foi diretor industrial da unidade de motores, diretor geral da unidade de tintas e diretor corporativo de marketing e RH. É engenheiro químico pela Universidade Federal do Paraná e especialista em marketing, vendas e compras.
Romildo Pinto é presidente do Conselho Fiscal da Previ – Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, da Coteminas (Cia. de Tecidos Norte de Minas), integra o Conselho de Administração da Coopferforte (Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais Ltda) e o Conselho deliberativo da ANNABPREV, fundo de pensão da Anabb (Associação Nacional dos Bancos do Brasil).
Sobre o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa
Fundado em 27 de novembro de 1995, o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa é a principal referência do Brasil para o desenvolvimento das melhores práticas em Governança Corporativa.
Com mais de 1.900 associados, o IBGC promove palestras, fórum de debates e acadêmicos, conferências, treinamentos e networking entre profissionais, além de produzir publicações e pesquisas. O Instituto tem sede em São Paulo e atua regionalmente por meio de quatro Capítulos: Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. As atividades têm por objetivo disseminar o conceito de Governança e incentivar o melhor desempenho das organizações.
O IBGC é considerado atualmente o Centro de Excelência em Governança Corporativa para a América Latina, Caribe e a África Lusófona, título conferido pelo Fórum Global de Governança Corporativa (GCGF, em inglês). Ainda no âmbito internacional, hospeda, até este ano, as atividades da Global Reporting Initiative (GRI) no Brasil, uma rede global que busca fomentar a adoção das boas práticas nas organizações. Também neste ano, o Instituto está auxiliando o Banco Mundial com informações sobre o arcabouço de Governança no Brasil para atualizar o Report on the Observance of Standards and Codes (ROSC).
O Instituto contribui, assim, para o desempenho sustentável e influencia os agentes da sociedade no sentido de mais transparência, justiça e responsabilidade.
– Por Leonardo Toscano e José Ricardo de Bastos Martins*
Obter o valor de uma empresa tem sido prática bastante comum nos dias de hoje. Seja para determinar o valor justo da participação no capital de um sócio que se retira da sociedade, para entrada de um fundo de investimento que busca dinamizar os negócios ou para desenvolver iniciativas estratégicas de criação de valor, as empresas são submetidas ao exercício de avaliação.
Mais que gerar lucros e pagar dividendos, já está amplamente difundida a noção de que as empresas na realidade existem para elevar o patrimônio de seus sócios. Também se compreende razoavelmente bem que finalizar um período com lucro líquido substancial não aumenta o valor de uma empresa, mas sim a geração de caixa consistente e com perspectivas concretas de crescimento.
Acadêmicos de finanças e praticantes de transações de fusões e aquisições desenvolveram inúmeros métodos para avaliar empresas, dentre os quais o valor dos ativos, valor de liquidação, valor de mercado para empresas de capital aberto, múltiplos de lucro operacional antes de depreciação e juros (o já quase célebre EBITDA), múltiplos de receita e valor presente líquido dos fluxos futuros de caixa.
A determinação criteriosa do valor de uma empresa deve levar em consideração quase uma dezena de variáveis, que podem oscilar de acordo com as motivações da parte envolvida na análise. Além disso, o critério mais adequado também variará de acordo com o tipo de negócio e estágio de desenvolvimento da empresa. Por exemplo, há critérios específicos para empresas em estágio inicial de desenvolvimento, assim como alguns que melhor se encaixam em empresas nas quais a maioria dos ativos é de natureza intangível.
Vendedores buscam firmar o menor custo de capital para descontar fluxos futuros, o maior valor para o fundo de comércio (goodwill), o máximo crescimento do lucro nos anos futuros. Do outro lado, potenciais compradores tendem a considerar com bastante atenção os possíveis passivos futuros – denominados contingências – e aumentam o valor dos investimentos necessários para manter a capacidade produtiva. Os administradores internos, por sua vez, se esforçam para domar os anseios dos proprietários acerca dos compromissos de crescimento e rentabilização, muitas vezes mantendo uma agenda oculta para inviabilizar a venda da empresa que irá tirá-los de seus confortáveis cargos.
O trabalho de avaliação, portanto, demanda dos profissionais envolvidos habilidades que vão muito além da simples capacidade de verificação do método mais adequado e sua correta aplicação. Devem, também, estar preparados para lidar com todos estes outros fatores que – caso não endereçados adequadamente – certamente irão afetar significativamente ou até mesmo comprometer o resultado da avaliação.
Como vemos, diante da complexidade técnica e dos geralmente conflitantes interesses dos agentes, podemos afirmar que o ingrediente “risco” é onipresente no processo de avaliação de uma empresa. Risco do vendedor ao aceitar entregar os negócios por um determinado valor e arrepender-se mais tarde vendo a empresa superar as expectativas, risco do comprador em descobrir passivos que não foram identificados na due diligence.
Até mesmo os profissionais avaliadores, as firmas de auditoria e advogados envolvidos correm o risco de imagem e reputação, por verem suas técnicas profissionais questionadas, inclusive judicialmente, diante de surpresas que o futuro pode trazer. Tome-se, como exemplo, a mais do que corriqueira hipótese em que parte substancial do valor do investimento fica retida numa conta-garantia para fazer frente a possíveis divergências entre as premissas assumidas pelas partes e o verificado na realidade (aqui, observe-se, não falamos apenas de passivos judiciais ocultos, mas também de outras premissas da negociação). Muitas vezes, eventos absolutamente fora do controle das partes acabam por acarretar variação na rentabilidade futura da empresa, levando o investidor a questionar a metodologia e as informações utilizadas, como forma de impedir a liberação das parcelas retidas do montante da transação.
Longe de ser trivial ou intuitivo, o processo de avaliação de negócios merece todo o cuidado das partes envolvidas. Devemos lembrar que uma transação de venda de capital é sempre trabalhosa e quase sempre desgastante no campo emocional. Um cuidado especial que se recomenda é contar com profissionais de confiança, detentores de processo de trabalho bem estruturado e disponíveis em todas as horas. Eles também contribuem para a elevação do valor da empresa e também para a mitigação dos riscos. Afinal, depois de assinados os contratos, o que está em jogo é outro valor, bastante significativo: o valor da paz de espírito.
*Leonardo Toscano e José Ricardo de Bastos Martins (josericardo.martins@peixotoecury.com.br) são, respectivamente, sócio sênior da Excelia, e sócio da área societária do Peixoto e Cury Advogados.
O que fazemos hoje terá valor no futuro? Independentemente da idade, profissão ou emprego, essa é uma dúvida presente na vida de muitos profissionais. Em um mundo movido por inovações, é cada vez mais complicado se adaptar às exigências do mercado de trabalho. Para ser bem-sucedido, desenvolver novas habilidades se transformou em uma necessidade em qualquer ciclo da vida profissional.
“Vivemos em um mundo que se transforma constantemente. A velocidade e a complexidade desse fato e seus impactos em nós são fontes de constante preocupação, mesmo que estejamos bem empregados”, comenta Sílvio Celestino, especialista em carreiras e sócio-fundador da Alliance Coaching. “No começo do século passado, um condutor de bonde seria visto como alguém com uma carreira promissora. Até os anos 80, alguém especializado em filmes fotográficos dificilmente poderia imaginar que sua profissão entraria em declínio em tão poucas décadas”, pontua.
Suas habilidades serão úteis ao mundo daqui a dez ou vinte anos? Para responder a essa pergunta e se preparar para o futuro, Sílvio Celestino propõe algumas reflexões:
Nossos estudos são nossas escolhas
Ocorre que, quando alguém, em sua juventude, define sua carreira, o faz em resposta à pergunta: o que você vai estudar? Conforme nossa ambição e condições, o indivíduo escolherá a faculdade ou a universidade que lhe ensinará o que deseja. Entretanto, o mundo contemporâneo exige uma enorme capacidade de adaptação, e com velocidade. Para que isso aconteça, não basta o conhecimento acadêmico adquirido. Embora seja fundamental, há um aspecto que a pessoa terá de desenvolver sozinha: desafiar-se!
Você é uma empresa
De certo modo, cada indivíduo deve imaginar-se como uma empresa. E, como tal, ser capaz de desenvolver uma estratégia para si que possibilite não apenas sua sobrevivência, mas também seu crescimento. E a forma como as empresas fazem isso é se autoatacando continuamente. Elas saem da zona de conforto e procuram fazer cada vez mais, melhor, com menores custos, mais rápido e diferente. As gerações mais novas já perceberam isso, mas alguns indivíduos ainda estão esperando ser ensinados, que alguém lhes diga o que fazer ou tenha tempo e dinheiro para requalificá-los profissionalmente. E e sse último pensamento parte da questionável premissa de que alguém sabe para onde vão o mundo, as tecnologias e as demandas do mercado, bem como o que fazer para manter a empregabilidade.
As notícias são sobre você
Para ser capaz de atualizar-se e desenvolver novos talentos com o passar dos anos, a pessoa deve ter disciplina em observar alguns fatores fundamentais para sua carreira. Em primeiro lugar, deve olhar o que ocorre com o mundo.Em seguida, fazer as conexões das notícias com o mercado no qual atua e com a empresa em que trabalha. E, por último, ver como isso afeta sua vida profissional. Se o resultado dessa análise for que sua carreira está em risco, então é o momento de agir, pois o pior que pode acontecer é a pessoa esperar ser demitida ou se estagnar na carreira para querer, então, mudar.
Desenvolver uma habilidade nova é possível. Entretanto, quanto mais a idade avança, fatores como crenças, responsabilidade com a família, experiências do passado, sucesso que tornou a pessoa rígida em suas ideias,medo do fracasso e de ficar sem dinheiro, entre outros, vão se cristalizando e, por vezes, tornam-se barreiras intransponíveis. Por isso, sugiro que o indivíduo nunca pare de ler, de submeter-se a novas experiências, conhecer diferentes visões de mundo e conversar com as novas gerações, para manter-se sempre desafiado e com ideias sobre o que é valorizado e o que está sendo deixado de lado. “Você é o que você compartilha” é o pensamento que domina nossa era .
A importância do método
Para cada talento que você deseja desenvolver, procure pelo método. Onde está e quem pode ajudá-lo a aprender o que você precisa? A internet nos permite encontrar técnicos, personal trainers e os melhores especialistas em todos os assuntos. Mas você tem de seguir um método para adquirir a habilidade que pretende desenvolver. Nessas horas, humildade, capacidade de aprendizado e adaptação são fundamentais. Preocupa-me o fato de que há gente demais querendo ensinar, por vezes, coisas que não conhecem ou não são autoridades no assunto. Por exemplo, pessoas que desejam ensinar como ser rico e que não são ricas. Pessoas que querem ensinar a ser saudável e que não são saudáveis. Portanto, seja seletivo quanto a quem irá escolher para ajudá-lo no desenvolvimento de uma nova habilidade.
A vida ocorre em ciclos
Deseje aprender muitos talentos. Se você trabalha com contabilidade, aprenda sobre vendas. Se trabalha com computação, aprenda marketing. Se for de marketing, se interesse por recursos humanos. Normalmente, não percebemos que nosso conhecimento é muito influenciado por aquilo que aprendemos primeiro. Em geral, o vemos como sendo “a verdade”. É difícil reconhecer e livrar-se do que aprendeu primeiro, principalmente se esse aprendizado foi o motivo do sucesso do indivíduo por um longo ciclo. Mas é preciso compreender que a vida é feita de ciclos e que eles terminam. Esse é o principal alarme que temos para nunca parar de desenvolver novos e relevantes talentos. O mundo se transforma e devemos acompanhar essa transformação até o fim de nossos dias.
O quem indica ou o famoso boca-a-boca ainda é representativo na hora de conseguir novos clientes. Para donos de restaurante, principalmente. Uma empresa na área de tecnologia, consegue obter mais resultados na conquista do cliente quando prima pela qualidade e pela qualificação dos seus próximos, obtendo êxito na implantação do projeto, gerando, em seguida, uma indicação do cliente.
Hoje, donos de estabelecimentos comerciais como restaurantes, casas noturnas, padarias e bares têm apostado na automação comercial para garantir maior retenção de clientes. Com a automatização do restaurante, além da economia do papel e do controle total do estoque e dos gastos, o dono do restaurante consegue oferecer um serviço de maior qualidade para o cliente final, pois o garçom terá mais tempo para interagir com o cliente. Sem contar a diminuição no número de comandas erradas. PDA’s, monitores touch screen, iPods, iPads e celulares já são facilmente encontrados em estabelecimentos de todo o País, do Oiapoque ao Chuí.
Para ter êxito na instalação do projeto de automação, as revendas e software houses do País têm apostado em treinamentos e capacitação, contratando, cada vez mais, profissionais experiente e com excelente formação. As empresas especializadas em automação comercial de bares e restaurantes perceberam rapidamente a importância deste tipo de propaganda.
Vivenciamos, atualmente, a era de gerar as melhores experiências para o consumidor. Todos os especialistas no assunto, assim como pesquisas, empresas e livros, falam sobre a experiência do consumidor. Ou seja, as empresas precisam estar focadas em oferecer a melhor experiência ao consumidor para obter os melhores resultados quando se fala em retenção da clientela.
O cliente é, na maioria das vezes, um promotor do produto ou empresa.
Um cliente promotor é aquele que fala bem e indica. Já o detrator é aquele que fala mal e não indica. E entre os dois extremos, há o cliente neutro, que vale apenas o valor do produto ou serviço. É claro, no entanto, que existem variáveis, de companhia para companhia.
Mauricio Medeiros – Presidente da Esys Colibri, sócio fundador da empresa em 1986 e um dos idealizadores do Sistema Colibri. Engenheiro eletrônico formado pela Universidade Mackenzie, especializou-se em Teleprocessamento e em Administração de Bancos de Dados pela Berkeley University of Califórnia – USA.
Saiba quais são as informações indispensáveis para garantir um investimento seguro e tranquilo
Podemos citar pelo menos três boas razões para que as pessoas continuem investindo no mercado imobiliário e o considerando um porto bastante seguro para sua poupança ou futura fonte de rendimento. Uma delas é a tradição latino-europeia de possuir bens de raiz, como também são chamados os imóveis e como ela pode mostrar como o mercado imobiliário ainda é uma área segura assim como uma poupança ou como fonte de rendimentos. O outro é o ciclo de inflação pelo qual passamos durante longo período e por último o receio que muita gente ainda tem em investir em títulos e valores mobiliários devido a diversos acontecimentos envolvendo algumas entidades financeiras.
A estabilidade econômica apresentada pelo mercado interno, torna cada vez mais seguro o investimento em imóveis, sendo ele um ativo que conjuga garantia com rentabilidade de forma constante, aliada a uma liquidez relativa, já que sempre haverá compradores dispostos a adquiri-lo, além de agregar um valor que passa de geração para geração.
Em IMÓVEIS – SEU GUIA PARA FAZER DA COMPRA E VENDA UM GRANDE NEGÓCIO, publicado pela Editora Saraiva, Luiz Calado aborda temas diversos ligados à compra e venda de imóveis, ensina pequenos truques e apresenta estratégias essenciais para quem deseja se preparar para a compra do primeiro imóvel e também para aqueles que enxergam os imóveis como uma opção de investimento.
Sobre o autor: Luiz Calado É um dos mais destacados economistas do Brasil. Possui diversos livros publicados. É referência em investimentos em imóveis e têm mais de uma centena de entrevistas publicadas nos mais importantes veículos de comunicação do País como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e revista Exame.
Bel Pesce, profissional brasileira residente nos Estados Unidos, formada pelo MIT e sócia do Lemon.com, anuncia o lançamento de seu livro A Menina do Vale. O objetivo da autora é que os jovens empreendedores tenham acesso à obra e possam entender mais sobre temas como iniciativa, trabalho em equipe, networking, determinação e principalmente como transformar o sonho de empreender em realidade. Em A Menina do Vale, Bel Pesce conta o que tem aprendido com suas vivências no Vale do Silício e apresenta diversos cases de sucesso e perfis empreendedores. O livro será distribuído gratuitamente para download pelo site da autora ou pelo site do IBA.
“O maior risco em empreender é aceitar um não como resposta, quando o sim é uma possibilidade, e grande. É necessário ter coragem, vontade e acreditar em si mesmo. A ideia de produzir o livro foi justamente para mostrar a história de uma pessoa que quis, tentou e hoje está empreendendo, é como dividir com o leitor o case da minha vida. O conteúdo é baseado em dicas sobre atitudes e posicionamentos necessários para apostar em um projeto e tirá-lo do papel”, conta Bel Pesce, autora de A Menina do Vale.
Dividido em 18 capítulos, A Menina do Vale relata aprendizados da autora, que além de sua formação em Engenharia Eletrônica, Ciências da Computação, Matemática e Economia e outros cursos pelo MIT, Massachusetts Institute of Technology, também conta com passagens por empresas como Microsoft, Google, Deutsche Bank entr e outras. Ainda durante sua trajetória no MIT, Bel também superou a média dos outros estudantes da instituição ao estudar 13 matérias em um único semestre, além de fazer cursos de Liderança e Inovação e participar de competições de Plano de Negócios.
“O livro não é minha primeira iniciativa de engajar empreendedores. Quando ainda estava no Google, busquei trabalhar com projetos que aumentassem o interesse das mulheres por Engenharia. Pela ação, acabei ganhando o prêmio Google Anita Borg. Agora com A Menina do Vale, pretendo retribuir um pouquinho todos que me ajudaram nesta caminhada e quem sabe, ainda mais pessoas, não só do meio da tecnologia, mas empreendedores de todas as áreas”, completa Bel.
Em outro projeto, Pesce criou o MeshPhone, um telefone celular desenhado especialmente par a áreas rurais da África. Pelo Touchless, um dos mais bem sucedidos projetos de código aberto da história da Microsoft, conquistou o prêmio interno da Microsoft por liderar a equipe de desenvolvimento. Mais de 50 mil pessoas baixaram o produto em poucos dias, tornando-o um dos mais bem sucedidos da história da Microsoft. Atualmente, a profissional mora no Vale do Silício, nos Estados Unidos e é umas das sócias do Lemon.com, aplicativo que ajuda pessoas a administrarem suas finanças.
Encontro no Cietep, em Curitiba, contou com a presença de um senador e vários deputados. Entre os políticos que prestigiaram o lançamento, estava o deputado federal Osmar Serraglio, coordenador da bancada estadual em Brasília. Acompanhe reportagem em vídeo.